zita ribeiro gadelha

zita R.

  • Psicólogo

Experiência: 

7 anos

Língua: 

PT

Certificados: 

1

Solicitou: 

Administração

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situações de ansiedade, depressão, crise no relacionamento ou trabalho, maternidade, gestação, modalidade online

Abordagens e métodos com os quais trabalho:

Me chamo Zita Gadelha, sou psicóloga, tenho experiência na área há mais de 7 anos e ao longo da minha carreira adquiri habilidades na área clínica e hospitalar. Além de ter uma extensa vivência na área. Me coloco a disposição.

Atuante na abordagem Terapia Cognitivo Comportamental.

(2022 - PUC MINAS) Cuidados Paliativos e da Dor.

(2021 - CBI OF MIAMI) Terapia Cognitivo Comportamental.

(2021 - INST. SUASSUNA) Psicologia Perinatal.

(2020 - ESTÁCIO) Saúde Mental e Atenção Psicossocial.

(2018 - FAVENI) Psicologia Hospitalar.

(2016 - FCM) PsicoOncologia.

(2015 FGV) Gestão de Pessoas.

Graduação
Universidade de Fortaleza
2015

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Artigos do psicólogo
4
MELHORANDO MINHA AUTO ESTIMA
zita R.
22.08.2024
MELHORANDO MINHA AUTO ESTIMA

<p>A autoestima é a percepção que temos de nós mesmos e o valor que atribuímos às nossas capacidades e qualidades. Para muitas mulheres, melhorar a autoestima é um objetivo importante para viver uma vida mais satisfatória e equilibrada. A psicologia e a psicoterapia oferecem ferramentas eficazes para ajudar nesse processo, proporcionando suporte e estratégias para cultivar uma autoimagem positiva e saudável.</p><p><strong>Compreendendo a Autoestima</strong></p><p>A autoestima é formada por um conjunto de crenças e sentimentos sobre quem somos. Ela pode ser influenciada por experiências passadas, relacionamentos, sucessos e fracassos. Quando a autoestima está baixa, é comum que a pessoa se sinta insegura, inadequada e insatisfeita com sua vida. Esses sentimentos podem afetar a forma como se relaciona com os outros, como enfrenta desafios e como se percebe em diferentes aspectos da vida.</p><p><strong>A Psicologia e o Papel da Autoestima</strong></p><p>A psicologia estuda a autoestima e suas implicações na vida cotidiana. Baixa autoestima pode estar relacionada a uma variedade de fatores, incluindo críticas internas severas, comparações constantes com os outros, experiências de rejeição e padrões culturais que promovem padrões de beleza e sucesso muitas vezes inatingíveis. A psicologia busca entender essas dinâmicas e oferecer intervenções que ajudem a construir uma percepção mais positiva e realista de si mesmo.</p><p><strong>Psicoterapia: Um Caminho para a Autoestima</strong></p><p>A psicoterapia é uma ferramenta poderosa para melhorar a autoestima. Ela oferece um espaço seguro e de apoio onde a mulher pode explorar suas crenças, emoções e comportamentos relacionados à autoestima. Entre as abordagens terapêuticas mais eficazes estão:</p><p><strong>Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):</strong> A TCC é uma abordagem que se concentra na identificação e modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais. Para melhorar a autoestima, a TCC ajuda a desafiar e reformular pensamentos negativos sobre si mesma, promovendo uma visão mais equilibrada e realista. Por exemplo, uma mulher que se vê como inadequada pode aprender a reconhecer e substituir essas crenças por pensamentos mais positivos e fundamentados.</p><p><strong>Empoderamento Feminino e Autoestima</strong></p><p>O empoderamento feminino é um aspecto crucial para a construção da autoestima. Ele envolve reconhecer e valorizar o próprio potencial, tomar decisões assertivas e estabelecer limites saudáveis. Algumas estratégias para promover o empoderamento e melhorar a autoestima incluem:</p><p><strong>Autoaceitação e Autoamor:</strong> Praticar a autoaceitação é fundamental para melhorar a autoestima. Isso envolve reconhecer e aceitar suas qualidades e imperfeições, sem se julgar severamente. A autoaceitação permite que você se valorize por quem você é, em vez de se comparar constantemente com padrões externos.</p><p><strong>Definir e Buscar Objetivos Pessoais:</strong> Estabelecer metas que estejam alinhadas com seus valores e interesses pessoais pode fortalecer a autoestima. Quando você se empenha em alcançar objetivos que são importantes para você, isso reforça a sensação de competência e realização.</p><p><strong>Cultivar Relacionamentos Positivos:</strong> Cercar-se de pessoas que oferecem apoio, encorajamento e valorização é essencial para a autoestima. Relacionamentos saudáveis ajudam a reforçar a sensação de pertencimento e importância.</p><p><strong>Desenvolver Habilidades e Competências:</strong> Investir em seu desenvolvimento pessoal e profissional, adquirindo novas habilidades e competências, pode aumentar a confiança e a autoestima. Ao se sentir mais capaz e realizada, sua percepção de valor próprio tende a melhorar.</p><p><strong>Desafiar Crenças Negativas:</strong> Trabalhar para identificar e desafiar crenças negativas sobre si mesma é uma parte importante do processo. Isso pode envolver reavaliar pensamentos autocríticos e substituir essas crenças por perspectivas mais positivas e realistas.</p><p><strong>O Papel da Psicoterapia no Processo</strong></p><p>A psicoterapia é uma ferramenta essencial para apoiar a jornada de melhoria da autoestima. Ela oferece um espaço estruturado para explorar e abordar as questões que afetam a percepção de si mesma. Além disso, a psicoterapia ajuda a desenvolver habilidades para lidar com desafios e a construir uma autoimagem mais positiva e resiliente.</p><p>Em resumo, melhorar a autoestima é um processo que envolve compreensão, aceitação e ação. A psicologia e a psicoterapia oferecem suporte valioso na identificação e transformação de crenças e comportamentos disfuncionais, promovendo uma autoimagem mais positiva. Com o apoio adequado e as estratégias corretas, é possível fortalecer a autoestima e viver uma vida mais satisfatória e autêntica.</p>

COMO MELHORAR A MINHA ANSIEDADE?
zita R.
22.08.2024
COMO MELHORAR A MINHA ANSIEDADE?

<p>A ansiedade é uma resposta natural e saudável a situações estressantes, ajudando-nos a preparar e enfrentar desafios. No entanto, quando essa ansiedade se torna intensa, persistente e desproporcional em relação aos estímulos, pode evoluir para uma condição conhecida como ansiedade patológica. A ansiedade patológica é uma forma de transtorno de ansiedade que interfere significativamente na qualidade de vida e no funcionamento diário de quem a enfrenta. Ela pode se manifestar de diversas formas, como Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno de Pânico, Fobias Específicas, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). A psicoterapia tem se mostrado uma abordagem eficaz no tratamento desses transtornos, oferecendo ferramentas e estratégias para ajudar os indivíduos a gerenciar e superar a ansiedade patológica.</p><p>&nbsp;</p><p>A ansiedade patológica não é apenas uma sensação de preocupação ocasional ou nervosismo. Ela é caracterizada por uma resposta excessiva e contínua ao estresse, que pode se manifestar através de sintomas físicos e emocionais. Os sintomas físicos incluem palpitações, sudorese, tremores, falta de ar e tensão muscular. Já os sintomas emocionais podem englobar sentimentos de medo intenso, angústia, sensação de iminente perigo e preocupações constantes que parecem incontroláveis. Essa forma de ansiedade pode prejudicar gravemente a capacidade do indivíduo de funcionar normalmente em suas atividades diárias, afetando o trabalho, os relacionamentos e a qualidade geral de vida.</p><p>&nbsp;</p><p>O impacto da ansiedade patológica é profundo e abrangente. Em nível social, pode levar ao isolamento e à dificuldade em manter relacionamentos saudáveis. No ambiente de trabalho, pode resultar em um desempenho comprometido e em absenteísmo. Em termos pessoais, pode gerar um ciclo de medo e evitação que perpetua a sensação de insegurança e incapacidade. A ansiedade patológica pode também contribuir para o desenvolvimento de outras condições de saúde mental, como depressão, e aumentar o risco de problemas físicos devido ao estresse crônico.</p><p>&nbsp;</p><p>A psicoterapia oferece uma abordagem compreensiva e estruturada para tratar a ansiedade patológica. Entre as principais abordagens terapêuticas utilizadas, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das mais eficazes. A TCC foca na identificação e modificação de padrões de pensamento disfuncionais que contribuem para a ansiedade. Ela ajuda os pacientes a reconhecer e desafiar pensamentos distorcidos, substituindo-os por crenças mais realistas e equilibradas. Além disso, a TCC promove a exposição gradual a situações que causam medo, permitindo que o indivíduo enfrente e supere suas preocupações de maneira controlada e segura.</p><p>&nbsp;</p><p>Outra abordagem relevante é a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). A ACT enfatiza a aceitação dos pensamentos e sentimentos difíceis, em vez de lutar contra eles. A ideia é ajudar os pacientes a se comprometerem com ações que estão alinhadas com seus valores pessoais, mesmo diante da presença de ansiedade. Ao focar em viver uma vida significativa e plena, a ACT promove uma maior flexibilidade psicológica e reduz o impacto da ansiedade na vida cotidiana.</p><p>&nbsp;</p><p>A psicoterapia também pode incluir técnicas de relaxamento e gerenciamento do estresse, como a meditação, a respiração profunda e a prática de mindfulness. Essas técnicas ajudam a reduzir a resposta fisiológica ao estresse e a promover um estado de calma e equilíbrio emocional. A incorporação dessas práticas na terapia pode ser altamente benéfica para pessoas que lidam com sintomas físicos intensos relacionados à ansiedade.</p><p>&nbsp;</p><p>Além das abordagens terapêuticas, a psicoterapia oferece um espaço seguro e de apoio onde o indivíduo pode explorar suas experiências, medos e preocupações sem julgamento. O relacionamento terapêutico é uma parte fundamental do processo de tratamento, fornecendo um suporte empático e uma oportunidade para o paciente se sentir ouvido e compreendido. A relação de confiança estabelecida com o terapeuta pode ser um pilar importante na construção da confiança e na promoção da cura.</p><p>&nbsp;</p><p>É importante destacar que o tratamento da ansiedade patológica é um processo contínuo e multifacetado. A psicoterapia pode ser combinada com outras formas de tratamento, como a medicação, quando necessário. A colaboração entre o terapeuta e outros profissionais de saúde pode garantir uma abordagem integrada e eficaz para a gestão da ansiedade.</p><p>&nbsp;</p><p>Em resumo, a ansiedade patológica é uma condição complexa que pode ter um impacto significativo na vida de quem a enfrenta. A psicoterapia oferece ferramentas e estratégias valiosas para ajudar os indivíduos a compreender e gerenciar seus sintomas, promover o bem-estar emocional e melhorar a qualidade de vida. Com o suporte adequado e a abordagem terapêutica correta, é possível superar a ansiedade patológica e viver uma vida mais equilibrada e gratificante. O investimento em psicoterapia não apenas facilita o tratamento da ansiedade, mas também contribui para o desenvolvimento de habilidades e resiliência que podem beneficiar o indivíduo ao longo de toda a sua vida.</p>

EXISTE MULHER MAIS CIUMENTA DO QUE EU?
zita R.
21.08.2024
EXISTE MULHER MAIS CIUMENTA DO QUE EU?

<p>O ciúmes é uma emoção complexa que pode surgir em diversas circunstâncias e relacionamentos. Para muitas mulheres, o ciúmes pode ser um desafio significativo que afeta a autoestima, a confiança e a qualidade das relações interpessoais. No entanto, ao entender e enfrentar essa emoção de maneira saudável, é possível transformar o ciúmes em uma oportunidade de crescimento e empoderamento pessoal.</p><p>&nbsp;</p><p>O ciúmes frequentemente se manifesta quando há um medo profundo de perder algo ou alguém importante, seja no contexto de relacionamentos amorosos, amizades ou até mesmo em situações profissionais. Esse sentimento pode ser desencadeado por inseguranças pessoais, experiências passadas ou por comparações constantes com os outros. Em muitos casos, o ciúmes pode se manifestar através de comportamentos possessivos, desconfiança ou até mesmo conflitos desnecessários.</p><p>&nbsp;</p><p>Para enfrentar e superar o ciúmes, é essencial que as mulheres se voltem para o empoderamento pessoal. O empoderamento é o processo de fortalecer a própria capacidade de tomar decisões, definir limites e promover a autoaceitação. Quando uma mulher se empodera, ela adquire a confiança necessária para lidar com suas emoções de forma saudável e assertiva. Isso envolve reconhecer seu próprio valor e não permitir que o ciúmes defina sua autoestima ou suas ações.</p><p>&nbsp;</p><p>A psicoterapia desempenha um papel crucial nesse processo de empoderamento. Através da terapia, é possível explorar as raízes do ciúmes e compreender melhor suas causas. O terapeuta pode ajudar a identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a insegurança e a possessividade. Com essa compreensão, a mulher pode aprender a reformular suas crenças e a adotar novas perspectivas mais saudáveis.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma abordagem comum na psicoterapia para lidar com o ciúmes é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A TCC ajuda a identificar e desafiar pensamentos distorcidos e padrões de comportamento que exacerbam o ciúmes. Por exemplo, se uma mulher acredita que deve ser a única fonte de atenção e afeto em um relacionamento, a TCC pode ajudar a questionar e reformular essa crença, promovendo uma visão mais equilibrada e realista.</p><p>&nbsp;</p><p>Além disso, a psicoterapia oferece ferramentas para melhorar a comunicação e a resolução de conflitos. Ao aprender a expressar suas necessidades e preocupações de forma clara e assertiva, a mulher pode reduzir a tensão e promover relações mais saudáveis e respeitosas. Essa comunicação aberta e honesta é essencial para construir confiança e reduzir os sentimentos de ciúmes.</p><p>&nbsp;</p><p>A terapia também pode auxiliar na construção de uma autoimagem mais positiva e na promoção da autoaceitação. Muitas vezes, o ciúmes está ligado a inseguranças pessoais e à falta de confiança. Ao trabalhar essas questões na terapia, a mulher pode desenvolver uma maior autoestima e uma perspectiva mais saudável sobre si mesma e suas relações. Isso a capacita a enfrentar o ciúmes com mais confiança e a construir relacionamentos mais equilibrados e gratificantes.</p><p>&nbsp;</p><p>O empoderamento não se limita apenas ao contexto de relacionamentos amorosos; ele também é vital no âmbito profissional e pessoal. Mulheres empoderadas são mais capazes de enfrentar desafios, estabelecer limites saudáveis e buscar o que é importante para elas. A psicoterapia apoia esse empoderamento ao fornecer um espaço seguro para explorar e fortalecer essas capacidades.</p><p>&nbsp;</p><p>Em resumo, o ciúmes pode ser um obstáculo significativo, mas é possível enfrentá-lo e transformá-lo com o suporte adequado. O empoderamento pessoal é uma chave para superar o ciúmes, promovendo uma autoaceitação saudável e fortalecendo a confiança. A psicoterapia desempenha um papel essencial nesse processo, oferecendo ferramentas e estratégias para compreender e gerenciar o ciúmes, além de promover o crescimento pessoal e a construção de relações mais equilibradas. Investir na terapia é investir no próprio bem-estar e na capacidade de viver uma vida mais plena e autêntica.</p>

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