2 anos de experiência: Relações, Queimadura, Alerta, Depressão
Belo Horizonte , Rua Oliveira, 136
Meu nome é Bianca, tenho 26 anos, sou natural de Santa Luzia, Minas Gerais. Formação em Psicologia, pós graduanda em Neuropsicologia. Atuação na área de psicologia clínica, atendimento crianças, adolescentes e adultos.
12 anos de experiência: Relações, Emoções e sentimentos, Depressão, Psicologia do adolescente
Belo Horizonte , Rua dos Tupis, 343
Sou um profissional que busca ajudar a pessoa a se conhecer e se entender melhor., buscando sempre proporcionar uma leitura saúdavel sobre a própria pessoa.
2 anos de experiência: Relações, Separações e perdas, Lesões, Sexualidade
Belo Horizonte , Avenida Gentil Bicalho, não tem número
Sou Psicóloga Clínica (CRP 04/72630), atendo pela abordagem da Psicanálise.O tratamento psicanalítico é uma prática que aposta no poder da fala para encontrar formas mais eficazes de lidar com seus sofrimentos, sintomas e questões internas. Sendo assim, diversos problemas podem ser tratados durante esse processo, os mais comuns estão listados abaixo: 1. Problemas emocionais: Pessoas que estão lidando com ansiedade, depressão, estresse, traumas passados, angústias, problemas de autoestima, insônia, entre outros desafios emocionais e transtornos mentais. 2. Transição de vida: Isso pode incluir indivíduos passando por divórcios, mudanças de carreira, desemprego, luto, aposentadoria, mudanças culturais, entre outros momentos de transição, questões relacionadas à identidade, autoconhecimento, pressões acadêmicas, transição para a vida adulta, entre outros desafios. 3. Problemas conjugais ou familiares: Pessoas que estão enfrentando conflitos conjugais, problemas de comunicação, infidelidade, ou passando por dificuldades de relacionamento com pais, irmãos e filhos
4 anos de experiência: Relações, Depressão, Lesões, Alerta
Belo Horizonte , Rua Rodrigues Caldas, 740
Graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais, compreendo o ser humano como um ser genuinamente social e, portanto, afetivo. Um ser que se faz em sua humanidade enquanto escolhe “estar” humano junto a outros seres que também assim escolhem. Escolha esta baseada não apenas na razão, orgulhoso advento humano, mas principalmente nas emoções, daí a importância da inteligência emocional. Se fazer humano é corajosamente se permitir ser afetado, reconhecendo melhor aquilo que afeta, como afeta e sendo capaz de, então, responder mais inteiramente ao que afeta, com mais coerência e estabilidade, na dialética intrínseca que pressupõe a responsabilidade para a liberdade. Somos sujeitos de nós mesmos, ora. E, ainda, sujeitos humanos. Cuidemos então de nossa humanidade, de nosso indissociável sentir.