Bacellart Cazão

Bacellart C.

  • Psicólogo

Experiência: 

29 anos

Língua: 

PT

Certificados: 

1

Solicitou: 

Administração

Distrito: 

Cerqueira César

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Em que posso ajudar?

Depressão, ansiedade, pânico, casamento, namoro, solidão, profissão, luto, suicídio, crise existencial, maturidade, autoestima, divórcio, psicólogia, psicanálise, terapia comportamental.

Aceito aqui

Endereço Avenida Paulista

Distrito Cerqueira César

https://bacellartpsicologousp.com

Através do autoconhecimento, entendermos o que está relacionado as suas dificuldades, origem delas e outros pontos da vida que influenciaram seu crescimento / comportamento, sua situação atual -profissional, afetivo, saúde e etc. - A fim de termos uma noção global de como você está.

Assim, saberei como ajudá-lo, entendendo suas metas e o que focaremos em seu desenvolvimento psicológico. Seja com psicoterapia do amadurecimento e/ou terapia comportamental.

Me ajudou demais a me conhecer, desenvolver e querer ajudar aos outros o mesmo que eu tive. E me ajudou a amadurecer na prática clinica com meus terapeutizandos.

Doutorado USP PUCSP, aluno convidado pelos professores, por 8 anos.

Sempre tive uma ampla experiência prática na clínica.

Supervisor de psicólogos pouco experiêntes, há 18 anos.

Coordenador de grupo de estudos.

Escritor de livros e artigos.

Mestrado
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
2003

Psicologia existencial, psicanálise do amadurecimento de Winnicott, Terapia Cognitiva Comportamental, Psicoterapia individual de adultos, Terapia de casal.

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Artigos do psicólogo
3
Depressão, tristeza, medo e apatia - tomar remédio?
Bacellart C.
21.12.2023
Depressão, tristeza, medo e apatia - tomar remédio?

<p><strong>Depressão, Tristeza, Medo e Apatia: O Papel da Medicação sob a Perspectiva da Terapia Cognitiva Comportamental</strong></p><p>A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) é uma abordagem psicoterapêutica amplamente reconhecida e eficaz para o tratamento de distúrbios emocionais como depressão, tristeza, medo e apatia. Um dos debates no tratamento desses transtornos é a questão do uso de medicação. Este artigo explora, sob a perspectiva da TCC, quando e como a medicação pode ser integrada ao tratamento desses estados emocionais.</p><p><strong>A Natureza da Depressão, Tristeza, Medo e Apatia</strong></p><p>Antes de discutir o papel da medicação, é essencial entender a natureza dessas emoções e condições. A depressão é um transtorno do humor que vai além da tristeza comum; ela inclui sentimentos persistentes de desesperança, perda de interesse, e pode ter sintomas físicos. A tristeza é uma emoção normal, mas quando intensa e prolongada, pode evoluir para depressão. O medo, muitas vezes relacionado à ansiedade, é uma resposta a uma ameaça percebida, mas quando desproporcional à situação, pode se tornar paralisante. A apatia, que se manifesta como falta de interesse e motivação, é frequentemente observada em muitos distúrbios emocionais, especialmente na depressão.</p><p><strong>Terapia Cognitiva Comportamental: Uma Abordagem Psicológica</strong></p><p>A TCC baseia-se na ideia de que nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos estão interconectados e que mudar pensamentos e comportamentos negativos pode melhorar nosso bem-estar emocional. A TCC envolve identificar e desafiar pensamentos automáticos negativos, crenças centrais disfuncionais e padrões comportamentais que sustentam a depressão, a ansiedade, a tristeza e a apatia.</p><p><strong>A Medicação no Tratamento de Distúrbios Emocionais</strong></p><p>A medicação, como os antidepressivos, pode ser um componente crucial no tratamento de distúrbios emocionais graves. Estes medicamentos podem ajudar a regular desequilíbrios químicos no cérebro, que são pensados para contribuir para condições como a depressão e a ansiedade. A decisão de tomar medicação, no entanto, deve ser feita em conjunto com um profissional de saúde, considerando a gravidade dos sintomas, a história pessoal e as preferências do paciente.</p><p><strong>Integrando Medicação com TCC</strong></p><p><strong>Para Casos Graves e Resistentes</strong>: Em casos de depressão grave ou quando um indivíduo não responde apenas à TCC, a medicação pode ser uma adição útil. Ela pode aliviar sintomas suficientemente para que o paciente se engaje mais efetivamente na terapia.</p><p><strong>Gestão de Sintomas Agudos</strong>: Em situações onde os sintomas são intensos e incapacitantes, como em um episódio severo de ansiedade ou depressão, a medicação pode oferecer alívio rápido e necessário, permitindo que a TCC seja mais eficaz.</p><p><strong>Tratamento a Longo Prazo</strong>: Para alguns, a medicação pode ser parte de um plano de tratamento a longo prazo, especialmente para aqueles com histórico de múltiplos episódios de depressão ou transtornos de ansiedade crônicos.</p><p><strong>Como um Suporte, Não uma Solução</strong>: É importante notar que a medicação pode ser vista como um suporte, e não uma solução completa. A TCC oferece ferramentas e estratégias para lidar com pensamentos e comportamentos problemáticos, enquanto a medicação pode ajudar a gerenciar os sintomas biológicos.</p><p><strong>Desafios e Considerações na Combinação de TCC e Medicação</strong></p><p><strong>Ajustando Expectativas</strong>: Pacientes podem ter a expectativa de que a medicação irá "curar" rapidamente seus problemas. É crucial ajustar essas expectativas, enfatizando que a medicação é apenas uma parte do tratamento.</p><p><strong>Monitoramento de Efeitos Colaterais</strong>: Medicamentos para depressão e ansiedade podem ter efeitos colaterais. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar esses efeitos e ajustar a medicação conforme necessário.</p><p><strong>Riscos de Dependência</strong>: Em casos de medicação para ansiedade, como benzodiazepínicos, há um risco de dependência. A TCC pode oferecer estratégias alternativas para o manejo da ansiedade, reduzindo a dependência de medicação.</p><p><strong>Desmame e Continuação da TCC</strong>: Se um paciente decide descontinuar a medicação, isso deve ser feito sob orientação médica. A continuação ou intensificação da TCC durante este período pode ajudar a manter o progresso e prevenir recaídas.</p><p><strong>Conclusão</strong></p><p>A decisão de usar medicação como parte do tratamento para depressão, tristeza, medo e apatia deve ser personalizada e feita em colaboração com profissionais de saúde. Enquanto a medicação pode oferecer alívio significativo de sintomas e ser uma parte importante do tratamento, a TCC proporciona as habilidades e estratégias necessárias para mudanças duradouras e manejo eficaz de emoções e comportamentos. A combinação de TCC com medicação pode oferecer um caminho abrangente e efetivo para o tratamento de distúrbios emocionais, levando a uma melhoria sustentável na qualidade de vida.</p><p>Espero ter ajudado!<br>&nbsp;</p>

Dificuldades no Relacionamento Amoroso.
Bacellart C.
21.12.2023
Dificuldades no Relacionamento Amoroso.

<p><strong>Dificuldades no Relacionamento Amoroso: Uma Perspectiva da Psicologia Fenomenológica Existencial</strong></p><p>O relacionamento amoroso, embora seja uma fonte de alegria e realização, pode também enfrentar desafios e dificuldades significativas. A psicologia fenomenológica existencial oferece uma lente única através da qual podemos explorar e entender essas dificuldades, bem como encontrar caminhos para melhorar a qualidade dessas relações. Este artigo explora as dificuldades nos relacionamentos amorosos sob a ótica da psicologia fenomenológica existencial, abordando como essa perspectiva pode ajudar casais a navegar e melhorar suas interações e conexões.</p><p><strong>Compreensão Fenomenológica Existencial de Relacionamentos</strong></p><p>A psicologia fenomenológica existencial se concentra na experiência subjetiva e no significado que os indivíduos atribuem às suas experiências. Nesta abordagem, o relacionamento é visto como um espaço intersubjetivo onde duas individualidades se encontram e interagem. Esta perspectiva enfatiza a autenticidade, a liberdade e a responsabilidade de cada indivíduo dentro da relação.</p><p><strong>Autenticidade e Comunicação</strong></p><p>Um dos principais desafios nos relacionamentos amorosos é a falta de autenticidade e comunicação aberta. A autenticidade, um conceito chave na fenomenologia existencial, refere-se à capacidade de ser verdadeiro consigo mesmo e com o outro. Em um relacionamento, isso significa expressar pensamentos, sentimentos e desejos de forma honesta e transparente. A comunicação falha, ou a incapacidade de expressar autenticamente as próprias necessidades e ouvir as do parceiro, pode levar a mal-entendidos e ressentimentos.</p><p><strong>Liberdade e Responsabilidade</strong></p><p>Outra dimensão crucial é a dialética entre liberdade e responsabilidade. A psicologia fenomenológica existencial postula que, embora sejamos livres para escolher nossas ações, também somos responsáveis por essas escolhas. Em um relacionamento, isso se traduz em reconhecer a liberdade do outro e a responsabilidade que cada um tem sobre as consequências de suas ações na relação. Problemas surgem quando um ou ambos os parceiros se sentem restritos ou não assumem responsabilidade pelas suas ações.</p><p><strong>Enfrentando a Ansiedade Existencial</strong></p><p>Relacionamentos também podem trazer à tona ansiedades existenciais relacionadas à finitude, isolamento, liberdade e falta de sentido. Tais ansiedades são aspectos normais da condição humana, mas podem se manifestar em relacionamentos amorosos de formas que geram conflitos, como o medo da perda, da rejeição ou de comprometimento. Reconhecer e aceitar essas ansiedades como parte da experiência humana compartilhada pode ajudar os casais a desenvolver uma compreensão mais profunda de si mesmos e do outro.</p><p><strong>Crescimento e Transformação através do Conflito</strong></p><p>Na perspectiva fenomenológica existencial, os conflitos em relacionamentos não são necessariamente negativos, mas podem ser oportunidades para crescimento e transformação. Conflitos podem estimular a reflexão sobre desejos, valores e expectativas individuais, bem como sobre a dinâmica da relação. Através de conflitos, os casais podem aprender a negociar diferenças, desenvolver empatia e fortalecer sua conexão.</p><p><strong>Caminhos para a Melhoria</strong></p><p><strong>Promover a Autenticidade e a Comunicação Aberta</strong>: Encorajar a expressão honesta e a escuta ativa pode melhorar significativamente a qualidade da comunicação em um relacionamento. Isso envolve criar um espaço seguro onde cada parceiro possa compartilhar pensamentos e sentimentos sem medo de julgamento.</p><p><strong>Reconhecer a Liberdade e a Responsabilidade Individual</strong>: Compreender que cada parceiro é um indivíduo com suas próprias escolhas e responsabilidades pode ajudar a manter um equilíbrio saudável entre proximidade e independência.</p><p><strong>Aceitar e Trabalhar com Ansiedades Existenciais</strong>: Reconhecer e discutir abertamente as ansiedades existenciais pode ajudar os casais a entenderem melhor um ao outro e a si mesmos, fortalecendo a relação.</p><p><strong>Ver Conflitos como Oportunidades</strong>: Abordar conflitos não como obstáculos, mas como oportunidades para aprender e crescer juntos, pode transformar desafios em momentos de fortalecimento do relacionamento.</p><p><strong>Terapia de Casal Fenomenológica Existencial</strong>: Buscar terapia de casal com um enfoque fenomenológico existencial pode ser uma estratégia eficaz para casais que enfrentam dificuldades. Esta abordagem terapêutica foca em explorar a experiência subjetiva de cada parceiro, promovendo um entendimento mais profundo das dinâmicas do relacionamento.</p><p><strong>Conclusão</strong></p><p>Os relacionamentos amorosos são complexos e repletos de desafios, mas também de oportunidades para crescimento e compreensão profunda. Através da lente da psicologia fenomenológica existencial, podemos entender melhor as dificuldades nos relacionamentos e encontrar caminhos para melhorá-los. Esta abordagem enfatiza a importância da autenticidade, da liberdade, da responsabilidade e da aceitação das ansiedades existenciais. Ao abordar o relacionamento com essa compreensão, os casais podem fortalecer sua conexão e navegar juntos pelas complexidades do amor e da vida compartilhada.</p><p>Espero ter ajudado!</p>

Baixa autoestima, autenticidade e amadurecimento.
Bacellart C.
21.12.2023
Baixa autoestima, autenticidade e amadurecimento.

<p>A baixa autoestima é um estado psicológico marcado por sentimentos persistentes de inadequação, autocrítica excessiva e uma percepção distorcida de si mesmo. Este estado emocional geralmente envolve sentimentos de "aquém de", uma sensação de não atingir padrões, sejam eles internos ou impostos pela sociedade. Indivíduos com baixa autoestima frequentemente sentem-se mal julgados, tanto por eles mesmos quanto pelos outros, e lutam para reconhecer suas qualidades e realizações.</p><p>Essa percepção negativa de si mesmo pode ser influenciada por uma variedade de fatores, incluindo experiências passadas de fracasso, rejeição ou crítica, bem como comparações sociais desfavoráveis. A constante sensação de não ser bom o suficiente pode levar a um ciclo vicioso de autocrítica, onde os sucessos são minimizados e os fracassos são ampliados. Essa autopercepção negativa se manifesta em várias áreas da vida, como relações interpessoais, desempenho no trabalho ou escola, e bem-estar geral.</p><p>Para combater a baixa autoestima, é crucial reconhecer e desafiar esses pensamentos e crenças negativas. Terapias focadas em cognição e comportamento podem ser eficazes, ajudando o indivíduo a desenvolver uma autoimagem mais realista e positiva. Isso envolve aprender a identificar padrões de pensamento negativos, desafiar crenças irracionais e cultivar uma atitude mais gentil e compreensiva consigo mesmo. A autoaceitação e o reconhecimento dos próprios valores e qualidades são passos essenciais para superar a baixa autoestima e promover um senso de autovalor mais saudável.</p><p>A baixa autoestima é um fenômeno psicológico complexo que pode ser profundamente influenciado pelas experiências iniciais de vida de um indivíduo. A partir da perspectiva da psicanálise, especialmente através das teorias de Donald Winnicott, podemos ganhar insights significativos sobre as origens e manifestações da baixa autoestima. Winnicott, um psicanalista e pediatra britânico, é amplamente reconhecido por suas contribuições ao entendimento do desenvolvimento emocional e da construção do self.</p><p><strong>Verdadeiro Eu vs. Falso Eu</strong></p><p>Um conceito central na obra de Winnicott é a distinção entre o “verdadeiro eu” e o “falso eu”. O verdadeiro eu é a expressão autêntica do self, caracterizada pela espontaneidade, criatividade e sentimento de estar vivo. O falso eu, por outro lado, é uma construção defensiva que emerge em resposta às demandas do ambiente e às expectativas dos cuidadores. O falso eu age como um intermediário entre o verdadeiro eu e o mundo externo, protegendo o verdadeiro eu, mas ao custo de suprimir suas expressões genuínas.</p><p><strong>Desenvolvimento da Baixa Autoestima</strong></p><p>De acordo com Winnicott, a baixa autoestima pode ser o resultado de um falso eu excessivamente dominante. Quando as necessidades emocionais de uma criança não são atendidas adequadamente por seus cuidadores, ela pode começar a se adaptar ao seu ambiente de uma forma que negligencia ou esconde seu verdadeiro eu. Isso pode ocorrer em famílias onde as expressões emocionais são desencorajadas ou em ambientes que valorizam o desempenho e a conformidade acima da expressão autêntica.</p><p>A criança, em um esforço para obter amor e aprovação, pode desenvolver um falso eu robusto, que se torna a principal forma de se relacionar com o mundo. No entanto, esse falso eu é frequentemente marcado por uma sensação de vazio e inautenticidade, pois não reflete a verdadeira natureza do indivíduo. Essa desconexão entre o verdadeiro eu e o comportamento apresentado ao mundo pode levar a uma persistente baixa autoestima, pois o indivíduo se sente incapaz de ser valorizado por quem ele realmente é.</p><p><strong>O Ambiente Facilitador</strong></p><p>Para Winnicott, um "ambiente facilitador" é crucial para o desenvolvimento saudável do verdadeiro eu. Um ambiente facilitador é aquele em que os cuidadores respondem de maneira sensível e adequada às necessidades da criança, promovendo um espaço onde o verdadeiro eu possa se expressar e crescer. A falta de um ambiente facilitador pode levar a um desenvolvimento mais proeminente do falso eu, contribuindo para a emergência da baixa autoestima.</p><p><strong>A Importância do Brincar</strong></p><p>Outro aspecto fundamental da teoria de Winnicott é a ênfase no brincar como um meio essencial para a expressão do verdadeiro eu. No brincar, a criança experimenta a liberdade, a espontaneidade e a criatividade, permitindo que seu verdadeiro eu se manifeste. Quando o brincar é restrito ou quando não há espaço para a expressão criativa, o desenvolvimento do verdadeiro eu pode ser prejudicado, impactando negativamente a autoestima.</p><p><strong>Tratamento Psicanalítico</strong></p><p>No contexto terapêutico, a abordagem de Winnicott para tratar a baixa autoestima envolve a criação de um ambiente terapêutico que simula o ambiente facilitador ideal. O terapeuta procura fornecer um espaço seguro e acolhedor onde o verdadeiro eu do paciente possa emergir. Através da relação terapêutica, o paciente é encorajado a explorar e expressar aspectos do verdadeiro eu, diminuindo a dependência do falso eu. Este processo pode levar a uma maior integração do self e a uma melhoria na autoestima.</p><p><strong>Conclusão</strong></p><p>Em resumo, a abordagem de Winnicott para a baixa autoestima é enraizada em sua compreensão do desenvolvimento do self e da dinâmica entre o verdadeiro eu e o falso eu. A baixa autoestima é vista como um sintoma de um desequilíbrio entre esses dois modos de ser.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br>&nbsp;</p>

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