Sérgio Vasconcelos

Sérgio V.

  • Psicoterapeuta
  • Psicólogo
  • Psicólogo clínico

Experiência: 

30 anos

Língua: 

PT

Certificados: 

4

Solicitou: 

Administração

Distrito: 

Boa Vista

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  • Educação
  • Avaliações/Recomendações 1/1
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Não trabalho com:
Crianças em idade pré-escolar
Crianças com menos de 12 anos de idade
Crianças com menos de 16 anos de idade
Crianças com necessidades educativas especiais (NEE)
Em que posso ajudar?

Sergio Vasconcelos - Psicólogo Especialista em TCC com ampla experiência em Terapia Cognitivo-Comportamental, ofereço tratamentos eficazes para Ansiedade, TDAH, Depressão e Problemas de Relacionamento. Atendo casais em crise, ajudando a melhorar a comunicação e a resolver conflitos. Também atuo no autoconhecimento, promovendo uma vida mais equilibrada e satisfatória. Trato de sintomas de ansiedade, depressão, conflitos existenciais, relacionamentos pessoais, familiares e profisisonais.

Aceito aqui

Endereço Rua Bispo Cardoso Ayres

Distrito Boa Vista

Sou o Sérgio Vasconcelos, psicólogo clínico com 56 anos, moro atualmente em Olinda-PE, Brasil, divorciado e pai de um casal de filhos com 12 e 16 anos. Sou especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, com ampla experiência nas técnicas e ferramentas da TCC e ofereço tratamentos eficazes para Ansiedade, TDAH, Depressão, Sexualidade, Terapia para Casais e Problemas de Relacionamento. Atendo casais em crise, ajudando a melhorar a comunicação e a resolver conflitos. Também atuo facilitando o processo de autoconhecimento, promovendo uma vida mais equilibrada e satisfatória, sempre focado em proporcionar uma experiência acolhedora para meus pacientes realizando consultas na modalidade online, para pacientes do Brasil e do exterior. Sou credenciado pelo CRP/PE sob Registro: 02/26141.

Olá, seja bem-vinda! Sou especializado em Terapia Cognitivo Comportamental. Uma abordagem humanista da Psicologia.

Isto significa que a sua história, suas motivações, emoções e dificuldades percebidas por você estarão no centro das atenções da sua terapia.

A psicoterapia, especialmente a aplicação da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), transformou minha vida de maneiras profundas. Atendendo pacientes há dois anos, pude testemunhar de perto a resiliência humana e a capacidade de mudança. Cada sessão me ensinou sobre empatia, paciência e a importância de ouvir ativamente.

Ao aplicar os princípios da TCC, percebi que não apenas meus pacientes evoluíam, mas eu também. Aprendi a identificar e desafiar meus próprios pensamentos automáticos negativos, desenvolvendo uma visão mais equilibrada e realista da vida. A prática constante da reestruturação cognitiva me ajudou a lidar melhor com o estresse e a ansiedade, promovendo um autoconhecimento mais profundo.

Além disso, acompanhar o progresso dos meus pacientes me inspirou a ser uma versão melhor de mim mesmo. Ver pessoas superando desafios e alcançando seus objetivos me deu um senso renovado de propósito e motivação. A psicoterapia me mostrou que a mudança é possível para todos, inclusive para mim, fortalecendo minha crença no potencial humano e me tornando um profissional mais dedicado e compassivo.

A melhor notícia da Vida: Tudo Passa!

A pior notícia da Vida: Tudo Passa!

Música, praia, filmes, esportes, séries, autocuidado, literatura.

UNINTER - Pós-graduação Lato Sensu - Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental

Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO - Bacharelado em Psicologia

Bacharel
Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACTO - PE
1992–2005

Avaliação Diagnóstica dos Transtornos do Humor - Treinamento online ministrado pela Infinity Psychology. Concluído em Julho de 2024.

Autoconhecimento: A Base para a Inteligência Emocional e Resiliência - FGV - Julho/2024

Centro Universitário Internacional UNINTER
PSICOLOGIA CLÍNICA: TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL
2022
FGV Online, Fundação Getulio Vargas
AUTOCONHECIMENTO: A BASE PARA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E RESILIÊNCIA
2024, Número de horas - 5
CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA
CARTEIRA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL
07/06/2022
Avaliações e recomendações
1/1
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Eliane Borges

Recomenda

23.09.2024

Recorri a ajuda de um profissional de psicologia pela necessidade de aprender a lidar com problemas que "estavam me sufocando", prejudicando minha vida pessoal e profissional. Procurei um profissional mais maduro e foi isso que encontrei em Sérgio Vasconcelos. Excelente profissional. atencioso, trabalha exatamente no ponto em que necessitamos melhorar através de sugestões e opiniões, porém sem ser invasivo. Consegui algumas superações em pouquissimo tempo de terapia. Super recomendo, estou muito satisfeita

Lida bem com situações de relacionamento. Profissional agradável, ético, responsável e ético. . Como pessoa - excepcionalmente educado, carismático e atencioso. . Como psicólogo - atento, ético, estudioso e busca sempre estar se atualizando..

Artigos do psicólogo
3
Dissonância Cognitiva: Um Confronto Interno e o Papel da Terapia Cognitivo-Comportamental
Sérgio V.
11.10.2024
Dissonância Cognitiva: Um Confronto Interno e o Papel da Terapia Cognitivo-Comportamental

<h2>Dissonância Cognitiva: Um Confronto Interno e o Papel da Terapia Cognitivo-Comportamental</h2><p><strong>O que é Dissonância Cognitiva?</strong></p><p>A dissonância cognitiva é um conceito da psicologia que descreve o desconforto psicológico que surge quando uma pessoa possui duas ou mais crenças, ideias ou atitudes que são contraditórias entre si. Esse conflito interno gera uma tensão que motiva o indivíduo a buscar formas de reduzi-la.</p><p><strong>Como a Dissonância Cognitiva se Manifesta?</strong></p><p>A dissonância cognitiva pode se manifestar de diversas formas, como:</p><ul><li><strong>Justificativa de comportamentos:</strong> Quando uma pessoa realiza uma ação que contradiz suas crenças, ela pode buscar justificativas para reduzir o conflito interno.</li><li><strong>Mudança de atitude:</strong> A pessoa pode alterar suas crenças para se adequar ao comportamento realizado.</li><li><strong>Negação de informações:</strong> Pode ocorrer a negação de informações que contradizem suas crenças.</li><li><strong>Minimização da importância:</strong> A pessoa pode minimizar a importância da discrepância entre suas crenças e comportamentos.</li></ul><p><strong>A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Dissonância Cognitiva</strong></p><p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se mostra eficaz no tratamento da dissonância cognitiva. Através de técnicas específicas, o terapeuta ajuda o paciente a:</p><ul><li><strong>Identificar pensamentos disfuncionais:</strong> O primeiro passo é identificar os pensamentos que geram a dissonância cognitiva.</li><li><strong>Avaliar a veracidade dos pensamentos:</strong> O terapeuta auxilia o paciente a questionar a veracidade e a utilidade desses pensamentos.</li><li><strong>Desafios cognitivos:</strong> São utilizadas técnicas para desafiar e modificar os pensamentos disfuncionais, substituindo-os por outros mais realistas e adaptativos.</li><li><strong>Mudança de comportamento:</strong> A TCC também trabalha na mudança de comportamentos que contribuem para a manutenção da dissonância cognitiva.</li></ul><p><strong>Benefícios da TCC no Tratamento da Dissonância Cognitiva:</strong></p><ul><li><strong>Aumento da consciência:</strong> O paciente passa a ter maior consciência de seus pensamentos e comportamentos.</li><li><strong>Desenvolvimento de habilidades:</strong> A TCC proporciona ferramentas para lidar com situações que geram dissonância cognitiva.</li><li><strong>Melhora da autoestima:</strong> Ao desafiar pensamentos negativos e desenvolver uma perspectiva mais realista, a autoestima do paciente tende a aumentar.</li><li><strong>Redução do estresse:</strong> A redução da dissonância cognitiva contribui para a diminuição do estresse e da ansiedade.</li></ul><p><strong>Exemplos de Situações em que a Dissonância Cognitiva Pode Ocorrer:</strong></p><ul><li><strong>Decisões difíceis:</strong> Escolher entre duas opções atraentes pode gerar dissonância cognitiva.</li><li><strong>Conflitos de valores:</strong> Quando uma pessoa precisa tomar uma decisão que contradiz seus valores, pode surgir dissonância.</li><li><strong>Comportamentos contraditórios:</strong> Ao realizar uma ação que vai contra suas crenças, a pessoa pode experimentar dissonância.</li></ul><h2>A Dissonância Cognitiva na Tomada de Decisões: Um Confronto Interno que Influencia nossas Escolhas</h2><p>A dissonância cognitiva, como vimos, é um estado de desconforto psicológico que surge quando nossas crenças, atitudes ou comportamentos entram em conflito. Na tomada de decisões, esse fenômeno desempenha um papel crucial, moldando nossas escolhas e influenciando como justificamos nossas ações.</p><p><strong>Como a dissonância cognitiva influencia a tomada de decisões?</strong></p><ul><li><strong>Justificativa de escolhas:</strong> Ao nos depararmos com uma decisão difícil, tendemos a justificar a opção escolhida, minimizando os aspectos negativos e enfatizando os positivos. Isso ocorre para reduzir a dissonância cognitiva gerada pela dúvida e incerteza.</li><li><strong>Racionalização pós-decisão:</strong> Após tomar uma decisão, é comum que busquemos informações que confirmem nossa escolha, reforçando assim nossa crença na decisão tomada e reduzindo a dissonância.</li><li><strong>Mudança de atitude:</strong> Em alguns casos, para reduzir a dissonância, podemos até mudar nossas atitudes ou crenças para se alinharem com a decisão tomada. Por exemplo, se decidimos comprar um produto que não atende completamente às nossas expectativas, podemos justificar a compra exaltando outras qualidades do produto.</li><li><strong>Efeito da justificação insuficiente:</strong> Quando somos induzidos a realizar uma ação com pouca justificativa externa, tendemos a justificar internamente essa ação, alterando nossas atitudes para se adequare ao comportamento.</li></ul><p><strong>Exemplos de dissonância cognitiva na tomada de decisões:</strong></p><ul><li><strong>Comprar um produto caro:</strong> Após comprar um produto caro, podemos justificar o gasto exaltando a qualidade do produto ou a necessidade de tê-lo.</li><li><strong>Escolher um curso:</strong> Ao escolher um curso, podemos sentir dissonância se percebermos que outro curso poderia ser mais interessante. Para reduzir essa dissonância, podemos enfatizar os aspectos positivos do curso escolhido e minimizar os do outro.</li><li><strong>Romper um relacionamento:</strong> Ao terminar um relacionamento, podemos sentir dissonância ao perceber as qualidades do ex-parceiro. Para reduzir essa dissonância, podemos enfatizar os aspectos negativos do relacionamento e justificar a decisão de terminar.</li></ul><p><strong>Como a TCC pode ajudar?</strong></p><p>A terapia cognitivo-comportamental pode auxiliar na identificação e no manejo da dissonância cognitiva na tomada de decisões. Através de técnicas como:</p><ul><li><strong>Questionamento de pensamentos:</strong> O terapeuta ajuda o paciente a questionar os pensamentos que geram a dissonância, buscando evidências que os contradigam.</li><li><strong>Reestruturação cognitiva:</strong> O paciente aprende a substituir pensamentos disfuncionais por outros mais realistas e adaptativos.</li><li><strong>Treino de habilidades:</strong> O terapeuta ensina técnicas para lidar com situações que geram dissonância, como a tomada de decisões e a resolução de problemas.</li></ul><p><strong>Conclusão</strong></p><p>A dissonância cognitiva é um fenômeno psicológico que influencia significativamente nossas decisões. Ao compreender como esse processo funciona, podemos tomar decisões mais conscientes e assertivas. A terapia cognitivo-comportamental oferece ferramentas eficazes para lidar com a dissonância cognitiva e promover maior bem-estar.</p><p><strong>Observação:</strong> Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta a um psicólogo. Gostaria de explorar esse conflito? Conhece alguém que sofre com este dilema?</p><p>📞 Agende sua consulta: (81) 99940-9991&nbsp;</p><p>📧 E-mail: psi.shvasconcelos@gmail.com&nbsp;</p><p>🌐 https://psicologosergiovasconcelos.com.br/</p><p>💻 Atendimentos presenciais em Recife e Olinda e online para todo o Brasil</p>

Neurodivergência versus Diagnóstico tardio do TEA ou TDAH
Sérgio V.
27.09.2024
Neurodivergência versus Diagnóstico tardio do TEA ou TDAH

<p><strong>Neurodivergência versus Diagnóstico tardio do TEA ou TDAH</strong></p><p>A compreensão sobre a neurodiversidade tem evoluído nas últimas décadas, proporcionando uma visão mais inclusiva e humanizada das diferentes formas como o cérebro humano processa informações e responde ao mundo. O termo neurodivergência refere-se a condições neurológicas como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), dislexia, entre outras, que se desviam da norma neurológica estabelecida, sem que isso necessariamente implique uma patologia. Esse conceito tem sido crucial para desafiar a estigmatização de pessoas com essas condições, promovendo a aceitação da diversidade cognitiva.</p><p>Contudo, uma questão de crescente preocupação é o diagnóstico tardio dessas condições, especialmente do TEA e TDAH. Muitos adultos convivem anos ou até décadas com desafios emocionais, sociais e cognitivos sem entender o porquê de suas dificuldades. Quando diagnosticados já na fase adulta, muitas vezes após um longo histórico de frustrações, dificuldades acadêmicas ou de adaptação ao mercado de trabalho, as pessoas relatam um misto de alívio e luto. O alívio vem da compreensão de que suas experiências têm uma explicação neurobiológica, enquanto o luto surge pela sensação de tempo perdido e pelas oportunidades que poderiam ter sido diferentes com intervenções mais precoces.</p><p>O diagnóstico tardio, especialmente de TEA e TDAH, revela também uma falha nos sistemas educacionais e de saúde, que muitas vezes não conseguem identificar sinais atípicos durante a infância ou adolescência. <i>No caso do TEA, pessoas com níveis mais sutis de dificuldade podem "mascarar" suas características autistas, especialmente mulheres, que muitas vezes são socialmente condicionadas a imitar comportamentos neurotípicos</i>. Da mesma forma, no TDAH, indivíduos podem ser rotulados como "distraídos" ou "preguiçosos" sem que se perceba que há uma base neurológica para essas dificuldades, como a incapacidade de manter a atenção ou de lidar com o hiperfoco.</p><p>A demora no diagnóstico pode acarretar consequências sérias, como baixa autoestima, ansiedade, depressão e dificuldade de formar relacionamentos saudáveis. Além disso, a ausência de um diagnóstico impede o acesso a intervenções terapêuticas adequadas, que poderiam melhorar a qualidade de vida desses indivíduos. Para muitos, o tratamento psicoterapêutico aliado ao uso de medicação, quando necessário, pode trazer melhorias significativas nas suas habilidades de lidar com o cotidiano, aumentando sua autonomia e bem-estar.</p><p>A neurodivergência, nesse contexto, torna-se um conceito chave para que o diagnóstico tardio não seja visto apenas como uma falha, mas como uma oportunidade de recomeço e compreensão. Ao validar a diversidade cognitiva, ela abre espaço para o desenvolvimento de intervenções mais personalizadas e, ao mesmo tempo, para que a sociedade se torne mais inclusiva e consciente das diferentes formas de ser e existir no mundo.</p><p>Finalmente, enquanto a conscientização sobre a neurodivergência cresce, é essencial que os profissionais de saúde mental e educadores recebam formação adequada para identificar sinais sutis de TEA e TDAH em todas as idades. Com isso, poderemos evitar o sofrimento causado pelo diagnóstico tardio, permitindo que mais pessoas neurodivergentes alcancem seu pleno potencial desde cedo.</p><p><strong>Neurodivergência e Camuflagem Social em Mulheres com TEA: Um Olhar sobre a Imitação de Comportamentos Neurotípicos</strong></p><p>As mulheres com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente aquelas com níveis mais sutis de autismo, frequentemente adotam estratégias de camuflagem social para se ajustarem às expectativas e normas sociais. Essas estratégias incluem a imitação de comportamentos neurotípicos, com o objetivo de evitar a exclusão ou o estigma social. A camuflagem pode parecer uma solução temporária, mas muitas vezes traz consequências emocionais a longo prazo, como ansiedade, exaustão e, em muitos casos, diagnósticos tardios ou incorretos. Aqui, exploramos alguns exemplos práticos de como essa camuflagem ocorre no dia a dia das mulheres com TEA em níveis mais sutis.</p><ol><li><strong>Imitação de Expressões Faciais e Reações Sociais</strong></li></ol><p>Mulheres com TEA muitas vezes observam os comportamentos de outras pessoas neurotípicas para entender como devem agir em contextos sociais. Isso pode incluir imitar expressões faciais, reações emocionais e formas de responder em conversas. Embora não necessariamente compreendam as nuances emocionais por trás dessas interações, elas se adaptam para "encaixar-se" socialmente.</p><p>Exemplo: Imagine uma mulher com TEA em uma roda de amigas que estão rindo de uma piada. Mesmo que ela não tenha entendido o humor ou não veja graça, ela pode se sentir pressionada a rir junto com as outras, imitando suas expressões faciais e entonação de voz. Essa imitação serve para evitar parecer desconectada ou "fora do grupo", mas pode deixá-la cansada e desconfortável, pois este comportamento social não reflete seu estado interno.</p><ol><li><strong>Supressão de Estereotipias e Comportamentos Repetitivos</strong></li></ol><p>Estereotipias, como balançar as mãos ou repetir movimentos, são comuns em pessoas com TEA. No entanto, muitas mulheres aprendem a suprimir esses comportamentos em ambientes sociais para não parecerem "estranhas" ou diferentes. A necessidade de se conformar às expectativas sociais leva essas mulheres a conterem suas respostas naturais, o que pode gerar uma sensação constante de autocontrole e tensão.</p><p>Exemplo: Uma mulher que sente a necessidade de balançar as mãos quando está ansiosa pode suprimir esse comportamento em público. Ela pode esconder as mãos nos bolsos ou entrelaçá-las para evitar que outros percebam sua estereotipia. Apesar de conseguir "mascarar" esse comportamento, a ansiedade pode aumentar, pois a autos supressão de uma necessidade natural agrava seu desconforto interno.</p><ol><li><strong>Adaptação ao Estilo de Conversa e Linguagem Corporal</strong></li></ol><p>Outro aspecto da camuflagem envolve a adaptação da linguagem corporal e do estilo de conversa. Mulheres com TEA podem observar como outras pessoas fazem contato visual, gesticulam ao falar ou ajustam o tom de voz, e tentam imitar esses comportamentos para parecerem mais socialmente competentes. No entanto, essa adaptação muitas vezes é apenas superficial e não representa uma compreensão genuína das interações nem expressam a forma como ela gostaria de se expressar.</p><p>Exemplo: Durante uma entrevista de emprego ou em uma reunião social, uma mulher com TEA pode forçar o contato visual, mesmo que isso a deixe extremamente desconfortável. Ela também pode exagerar os gestos das mãos ou alterar sua entonação de voz para se alinhar ao comportamento de seus interlocutores. Embora essas mudanças ajudem-na a "se misturar", o esforço mental necessário para monitorar e ajustar cada detalhe da interação pode resultar em exaustão e estresse ao final do evento.</p><ol><li><strong>Escolha de Vestuário e Aparência como Forma de Camuflagem</strong></li></ol><p>Muitas mulheres no espectro autista utilizam sua aparência física, como roupas e maquiagem, para se adequar ao ambiente social. O uso de vestuário específico, mesmo que não seja confortável, é uma maneira de evitar críticas ou olhares que possam denunciá-las como diferentes. A aparência, nesse contexto, torna-se uma armadura social que contribui para a camuflagem.</p><p>Exemplo: Uma mulher autista pode sentir-se confortável com roupas simples e discretas, mas, em situações sociais, usa roupas mais chamativas ou maquiagens elaboradas para parecer que está "dentro do padrão". Ela pode fazer isso para evitar comentários sobre sua aparência ou para evitar chamar atenção de forma negativa. No entanto, isso gera uma sensação de inautenticidade, pois não reflete sua verdadeira personalidade ou preferências.</p><ol><li><strong>Adaptação ao Papel de "Cuidadora" em Relacionamentos</strong></li></ol><p>Normas de gênero muitas vezes pressionam mulheres a assumirem papéis de cuidadoras, algo que também afeta mulheres com TEA. Para se ajustarem a essas expectativas, muitas delas podem desempenhar um papel de empatia forçada em relacionamentos, mesmo quando têm dificuldades em compreender as emoções alheias. Esse comportamento visa evitar o julgamento de que são "frias" ou "insensíveis".</p><p>Exemplo: Em um relacionamento romântico ou em amizades próximas, uma mulher autista pode esforçar-se para demonstrar empatia emocional, mesmo que suas dificuldades naturais com a <i><strong>teoria da mente</strong></i> (**) (a habilidade de entender o que o outro está pensando ou sentindo) tornem isso difícil. Ela pode memorizar respostas apropriadas, como abraços ou palavras de consolo, para parecer mais envolvida emocionalmente, embora isso muitas vezes venha de uma compreensão mais cognitiva do que emocional.</p><p>&nbsp;</p><ol><li><strong>Camuflagem no Ambiente de Trabalho</strong></li></ol><p>No ambiente profissional, mulheres com TEA podem sentir uma pressão intensa para se comportarem de maneira neurotípica. Isso inclui ser socialmente engajada com colegas, participar de conversas triviais, e lidar com críticas de forma apropriada. Elas podem, então, esconder suas dificuldades em seguir instruções ambíguas ou manter um foco prolongado.</p><p>Exemplo: Uma mulher no espectro pode participar de reuniões de trabalho tentando se adaptar a conversas informais ou a dinâmicas de grupo, mesmo que prefira ficar em silêncio ou tenha dificuldades em se expressar com rapidez. Ela pode forçar-se a ser mais extrovertida, fazendo pequenas conversas ou rindo de piadas dos colegas, embora essas interações lhe causem cansaço e ansiedade. Após o expediente, é comum que ela se sinta completamente esgotada pela necessidade de camuflar seu verdadeiro estado.</p><p>&nbsp;</p><p>📞 Agende sua consulta: (81) 99940-9991&nbsp;</p><p>📧 E-mail: psi.shvasconcelos@gmail.com&nbsp;</p><p>🌐 https://psicologosergiovasconcelos.com.br/</p><p>💻 Atendimentos presenciais em Recife e Olinda e online para todo o Brasil</p>

Técnicas de Enfrentamento em TCC
Sérgio V.
30.07.2024
Técnicas de Enfrentamento em TCC

<p>As Técnicas de Enfrentamento na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são estratégias práticas e adaptativas que os pacientes aprendem para lidar com situações estressantes, emoções intensas e problemas cotidianos. Essas técnicas visam ajudar os indivíduos a responderem de maneira mais saudável e eficaz a desafios emocionais, cognitivos e comportamentais. Elas são fundamentais para promover a resiliência e o bem-estar emocional.</p><p>As técnicas de enfrentamento na TCC podem ser classificadas em diferentes categorias, dependendo do foco principal de cada técnica:</p><ol><li>Técnicas de Enfrentamento Focadas no Problema:</li></ol><ul><li><strong>Definição e Resolução de Problemas</strong>: Envolve a identificação de problemas específicos, a geração de soluções possíveis, a avaliação das opções e a implementação de um plano de ação.</li><li><strong>Planejamento e Organização</strong>: Ajuda os pacientes a planejarem atividades, organizar tarefas e gerenciar o tempo de maneira eficaz para reduzir o estresse e aumentar a eficiência.</li></ul><ol><li><strong>Técnicas de Enfrentamento Focadas na Emoção</strong>:</li></ol><ul><li><strong>Reestruturação Cognitiva</strong>: Consiste em identificar, desafiar e modificar pensamentos automáticos negativos e crenças disfuncionais que contribuem para emoções negativas.</li><li><strong>Mindfulness e Atenção Plena</strong>: Envolve a prática de estar presente agora, sem julgamento, para ajudar a regular emoções e reduzir a reatividade emocional.</li><li><strong>Relaxamento e Técnicas de Respiração</strong>: Incluem exercícios de respiração profunda, relaxamento muscular progressivo e meditação, que ajudam a reduzir a ansiedade e o estresse físico e emocional.</li></ul><ol><li><strong>Técnicas de Enfrentamento Focadas na Evitação</strong>:</li></ol><ul><li><strong>Diminuição da Evitação</strong>: Trabalha para ajudar os pacientes a enfrentar situações temidas ou desconfortáveis, em vez de evitá-las, promovendo a exposição gradual e a dessensibilização.</li></ul><ol><li><strong>Técnicas de Enfrentamento Focadas no Comportamento</strong>:</li></ol><ul><li><strong>Treinamento em Habilidades Sociais</strong>: Ensina habilidades de comunicação eficaz, assertividade e resolução de conflitos, melhorando as interações sociais e os relacionamentos.</li><li><strong>Modificação de Comportamento</strong>: Inclui a identificação e a mudança de comportamentos mal adaptativos, reforçando comportamentos positivos e adaptativos.</li></ul><p><strong>Objetivos das Técnicas de Enfrentamento</strong></p><ul><li><strong>Redução do Estresse e Ansiedade</strong>: Ao aprender técnicas eficazes de enfrentamento, os pacientes podem reduzir o impacto de situações estressantes e minimizar a ansiedade.</li><li><strong>Melhoria da Regulação Emocional</strong>: Técnicas de enfrentamento ajudam os pacientes a entenderem e gerenciar suas emoções de maneira mais eficaz, promovendo maior estabilidade emocional.</li><li><strong>Promoção da Resiliência</strong>: As estratégias de enfrentamento ajudam os indivíduos a desenvolverem resiliência, aumentando a capacidade de lidar com adversidades e recuperar-se de dificuldades.</li><li><strong>Fortalecimento da Autonomia</strong>: Os pacientes aprendem a tomar decisões informadas e a assumir o controle de suas vidas, aumentando a sensação de autonomia e autossuficiência.</li></ul><p>&nbsp;</p><p>Aplicação na TCC</p><p>Na prática da TCC, os terapeutas trabalham com os pacientes para identificar quais técnicas de enfrentamento são mais adequadas para suas necessidades específicas. A escolha das técnicas depende dos objetivos terapêuticos, das características individuais do paciente e das situações desafiadoras que enfrentam. Essas técnicas são ensinadas, praticadas e reforçadas durante as sessões, com o objetivo de serem aplicadas na vida diária do paciente.</p><p>As Técnicas de Enfrentamento são uma parte essencial do processo terapêutico na TCC, oferecendo aos pacientes ferramentas concretas para enfrentar desafios de forma eficaz e promover mudanças positivas em suas vidas.&nbsp;</p><p>Gostaria de entender melhor como funcionam as Técnicas de Enfrentamento?&nbsp;<br>📞 Agende sua consulta: (81) 99940-9991&nbsp;<br>📧 E-mail: psi.shvasconcelos@gmail.com<br>🌐 Atendimentos presenciais: Olinda e Recife&nbsp;<br>💻 Atendimentos online: Em todo o Brasil</p>

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