Graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais, compreendo o ser humano como um ser genuinamente social e, portanto, afetivo. Um ser que se faz em sua humanidade enquanto escolhe “estar” humano junto a outros seres que também assim escolhem. Escolha esta baseada não apenas na razão, orgulhoso advento humano, mas principalmente nas emoções, daí a importância da inteligência emocional. Se fazer humano é corajosamente se permitir ser afetado, reconhecendo melhor aquilo que afeta, como afeta e sendo capaz de, então, responder mais inteiramente ao que afeta, com mais coerência e estabilidade, na dialética intrínseca que pressupõe a responsabilidade para a liberdade. Somos sujeitos de nós mesmos, ora. E, ainda, sujeitos humanos. Cuidemos então de nossa humanidade, de nosso indissociável sentir.