Nuno Tomaz Santos

Nuno Tomaz S.

  • Psicólogo
  • Psicoterapeuta

Experiência: 

3 anos

Língua: 

PT

Certificados: 

1

Solicitou: 

Administração

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  • Sobre o psicólogo
  • Educação
  • Avaliações/Recomendações 0/0
  • Calendário
  • Artigos 3
Solicitações com as quais trabalho:
Não trabalho com:
LGBTQ+
Perturbações mentais
Relações
Emoções e sentimentos
Depressão
Separações e perdas
Pensamentos obsessivos
Autoestima
Solidão
Sexualidade
Comportamento alimentar
O sentido da vida
Medos e fobias
Violência sexual
Desenvolvimento pessoal
Violência doméstica
Agressão e raiva
TOC
Violência psicológica
Relações familiares
Apatia e fadiga
Codependência
Ciúme
Perturbações da personalidade
Atitude em relação ao dinheiro
Dependências químicas
Motivação.
Auto-mutilação
Stress
Dependências comportamentais
Procrastinação
Em que posso ajudar?

Depressões, Obsessões, Disfunções Sexuais, Trauma, Luto, intervenção com crianças e jovens.

Ataques de pânico

Ansiedade

Consumos de substâncias

Aceito aqui

Endereço São João de Brito

Distrito -

Abordagens e métodos com os quais trabalho:

Sou psicólogo clínico e dedico-me à intervenção e avaliação psicológica de crianças (a partir dos 7 anos), adolescentes, jovens adultos, adultos e idosos. Trabalho com pessoas em diferentes fases da vida, oferecendo um acompanhamento adaptado às necessidades e desafios únicos de cada paciente.

A Minha Abordagem e Áreas de Atuação

A minha prática é inspirada na psicanálise relacional, colocando a relação terapêutica no centro do processo de transformação e crescimento pessoal. O meu objetivo é proporcionar um espaço seguro, de confiança e empatia, onde os pacientes possam explorar as suas dificuldades emocionais, encontrar equilíbrio e construir autonomia.

Tenho experiência na intervenção em diversas áreas:

Trauma e Intervenção em Grupo para o Trauma – Apoio pessoas em sofrimento profundo, incluindo perturbações da personalidade, depressão e situações de consumo de substâncias.

Intervenção em Suicídio e Comportamentos Autolesivos – Trabalho de forma sensível e eficaz com estas questões, promovendo estratégias de regulação emocional e recuperação.

Sexologia Clínica – Foco em questões de identidade, intimidade e relações interpessoais, ajudando os pacientes a enfrentar desafios relacionados com saúde e bem-estar sexual.

Apoio a Vítimas de Violência ou Abuso – Como técnico de apoio à vítima, ajudo as pessoas a recuperar o equilíbrio emocional e a reconstruir a sua autonomia.

Trauma Complexo – Acompanhamento de pessoas com histórias de múltiplos traumas ao longo da vida.

Experiência Profissional e Formação

Ao longo da minha carreira, trabalhei no Serviço Nacional de Saúde, integrando a equipa de Psicologia Clínica da consulta do Centro de Saúde de Sete Rios. Nesse contexto, atendi diferentes populações em consultas gerais e específicas, como perturbações do comportamento alimentar, cessação tabágica e saúde escolar.

Sou autor de um programa de intervenção em grupo para facilitar o crescimento pós-traumático e diminuir o estigma em pessoas que vivem com VIH. Além disso, publiquei capítulos técnicos para profissionais de saúde e apresentei comunicações em congressos científicos nacionais e internacionais.

Estou também em processo de formação para psicoterapeuta relacional pela PsiRelacional – Associação de Psicanálise Relacional, refletindo o meu compromisso contínuo com a especialização e o desenvolvimento profissional.

Consultas Presenciais e Online

Atendo presencialmente e online, garantindo que o acompanhamento psicológico seja acessível, flexível e adaptado às necessidades dos pacientes.

Foi uma ferramenta essencial à competência técnica. Contribuiu bastante de forma muito positiva. Psicoterapia – também chamada terapia de conversa ou simplesmente terapia – é um processo focado em ajudar um indivíduo, casais ou grupo de pessoas a resolver questões emocionais. Em alguns países também é conhecida como aconselhamento.

Psicólogo Clínico, Psicoterapia Psicanalítica Relacional (em formação)

Mestre e doutorando em Psicologia Clínica pelo ISPA

Técnico de Apoio á Vítima na Criap

Especialização em intervenção em dependências pela OPP

Pós-graduação em Sexualidade Clínica e Terapia de Casal pelo INSPS

Formação em Intervenção no luto pelo ISPA Formação Avançada

Membro da Sociedade Portuguesa de Coaching Psicológico

Mestrado
ISPA - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
2023 (data de emissão)

Ispa- Instituto Universitário, Instituto de Psicologia, ISCTE, Criap, Formação Avançada ISPA, IEFP.

O treinamento profissional é o conjunto de iniciativas (cursos, treinamentos) que ajudam os colaboradores a desenvolverem suas habilidades profissionais. Essa capacitação pode focar em competências técnicas ou comportamentais.

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Artigos do psicólogo
3
Quando a Mente se Esconde: Mentalização, Trauma e a Identificação com o Agressor
Nuno Tomaz S.
22.09.2025
Quando a Mente se Esconde: Mentalização, Trauma e a Identificação com o Agressor

<p>Quando a Mente se Esconde: Mentalização, Trauma e a Identificação com o Agressor</p><p>Há momentos da vida em que sentimos que as nossas próprias emoções nos engolem, como se aquilo que nos acontece por dentro fosse uma verdade absoluta e indiscutível. É aí que entra o conceito de mentalização. Mentalizar significa conseguir olhar para dentro de nós e para dentro do outro e perceber que o que sentimos, pensamos ou desejamos são representações, não a realidade em si. É dar nome ao medo, à tristeza, à raiva; é conseguir distinguir entre “eu sinto-me abandonado” e “o outro pode ter motivos para agir como agiu”.</p><p>A mentalização desenvolve-se, sobretudo, nas primeiras relações de amor. Quando um bebé chora e a mãe ou o pai não só lhe dão o biberão mas também o olham com ternura e dizem “estás aflito, estás com fome”, nasce a experiência de que o mundo interno pode ser reconhecido e traduzido em palavras. É nesse espelho humano que aprendemos que os sentimentos podem ser suportados, pensados e comunicados (Fonagy, Gergely, Jurist, &amp; Target, 2002; Gergely &amp; Watson, 1996).</p><p>Mas quando esse espelho falha, quando o amor vem misturado com rejeição, desatenção ou até violência, a capacidade de mentalizar fica comprometida. No trauma relacional, em que a dor vem precisamente de quem deveria cuidar, a mente protege-se suspendendo a reflexão. O que acontece então? Primeiro, a experiência deixa de poder ser pensada: fica apenas como pedaços soltos de sensação, imagens, cheiros, medos. Depois, a emoção torna-se demasiado crua, sem mediação, e invade tudo. Finalmente, instala-se a confusão: ou se vive a dor como se fosse a realidade absoluta, ou se fala dela como se fosse uma história sem corpo. É isto que se entende por falha de mentalização no trauma (Allen, Fonagy, &amp; Bateman, 2008; Fonagy &amp; Target, 1997).</p><p>Peter Fonagy descreve bem estas formas de colapso. Uma das mais marcantes é o modo de equivalência psíquica. Nele, aquilo que sentimos é vivido como a própria realidade. “Se sinto que não valho nada, então não valho nada.” “Se sinto que vou ser abandonado, então já fui abandonado.” Não há espaço para nuance, nem para imaginar alternativas. É como se o mundo interno fosse o mundo externo, colados sem distinção (Target &amp; Fonagy, 1996).</p><p>O modo de equivalência psíquica não é um erro cognitivo simples; é um estado mental regressivo, ao qual todos podemos voltar quando a emoção é intensa e a segurança relacional está ameaçada. Na criança pequena, este modo é normal: aquilo que sente é, para ela, o mundo inteiro. Mas, no adulto traumatizado, a equivalência reaparece como uma forma de defesa, cristalizando a dor em certezas inquestionáveis. O que deveria ser uma representação torna-se uma verdade absoluta: sentir-se rejeitado passa a ser sinónimo de ter sido rejeitado. Isso impede a flexibilidade, bloqueia a curiosidade e alimenta interpretações catastróficas. Assim, o sujeito fica preso num círculo em que o passado traumático invade o presente, e as emoções deixam de poder ser pensadas — só podem ser vividas como se fossem factos concretos e indiscutíveis (Bateman &amp; Fonagy, 2004).</p><p>Noutras vezes, para não sentir, a mente recorre ao chamado modo de simulação: fala-se da dor como se fosse uma ficção, um discurso vazio que protege mas isola. Estes modos não são defeitos da pessoa: são estratégias de sobrevivência automáticas quando a intensidade do trauma é demasiado grande para ser pensada (Allen et al., 2008).</p><p>E aqui entra um fenómeno ainda mais duro: a identificação com o agressor. Quando a dor de reconhecer “a pessoa que eu amo magoou-me” é insuportável, a mente encontra uma saída paradoxal: em vez de acusar o outro, colamos em nós a sua voz. “A culpa é minha.” “Não foi assim tão mau.” “Eu mereci.” É um modo inconsciente de preservar o vínculo com a figura amada, mesmo que à custa da própria dignidade (Ferenczi, 1933/1988; Freud, A., 1936/1966). Melhor ser cúmplice interno do agressor do que sentir o vazio de perder totalmente aquele amor.</p><p>No fundo, a falha de mentalização, o modo de equivalência psíquica e a identificação com o agressor são peças do mesmo quebra-cabeças: mostram como a mente, para não se despedaçar diante da traição ou da ausência, inventa formas de sobreviver. Mas essas formas de sobrevivência, que foram necessárias em certo momento, podem prender-nos durante anos a experiências de dor e repetição. Só quando alguém, num espaço seguro, nos ajuda a dar palavras ao indizível e a suportar o peso de olhar de frente para o que aconteceu, é que a mentalização volta a abrir caminho. E com ela, a possibilidade de reconstruir a narrativa de quem somos, não apenas como vítimas ou sobreviventes, mas como sujeitos capazes de amar e de ser amados de forma mais livre.</p>

A Coragem de Ser Autêntico: Um Convite à Verdade de Si Mesmo
Nuno Tomaz S.
25.01.2025
A Coragem de Ser Autêntico: Um Convite à Verdade de Si Mesmo

<p>Viver autenticamente exige coragem. É um ato de resistência num mundo que muitas vezes nos ensina a esconder a nossa essência em nome da aceitação, a reprimir a raiva, o desejo e a nossa própria voz para evitar julgamentos. No entanto, a autenticidade não é apenas um ideal romântico; é uma necessidade humana fundamental, que nasce de uma força essencial muitas vezes incompreendida: a agressividade.</p><p>A agressividade não é sinónimo de violência. Pelo contrário, é a energia que nos permite dizer “sim” ao que desejamos e “não” ao que nos faz mal. É a pulsação da vida, a força que nos move para construir, transformar e reivindicar o nosso espaço no mundo. Quando aprendemos a integrar essa energia, tornamo-nos capazes de viver com mais verdade e de estabelecer relações mais honestas e significativas.</p><p>Desde cedo, somos moldados pelas experiências no ambiente em que crescemos. A forma como os nossos primeiros cuidadores reagem às nossas explosões de raiva ou frustração ensina-nos, muitas vezes de forma inconsciente, a lidar com a nossa agressividade. Se crescemos num ambiente que acolhe as nossas emoções com empatia e nos ajuda a canalizá-las, aprendemos que é seguro expressar o que sentimos. Mas, quando o ambiente invalida ou reprime essa expressão, criamos defesas. Tornamo-nos pessoas que evitam conflitos, que sacrificam a própria vontade para agradar os outros, ou que explodem de forma descontrolada porque não aprenderam a regular a sua raiva.</p><p>A agressividade saudável é um convite à autenticidade. Permite-nos ser quem somos, com imperfeições e tudo. É ela que nos dá a força para estabelecer limites, para dizer não ao que nos fere, e sim ao que nos faz crescer. É ela que nos empurra a correr riscos, a lutar pelos nossos sonhos, a defender as nossas ideias e a sustentar as nossas verdades, mesmo que estas não agradem a todos.</p><p>Na prática, expressar essa força requer desconstruir padrões e medos que aprendemos ao longo da vida. Pense num adulto que evita conflitos a todo o custo. Este comportamento pode ter raízes numa infância onde cada erro ou explosão de raiva foi punida ou envergonhada. Para essa pessoa, reencontrar a agressividade saudável é um processo de libertação. É reaprender que dizer “não” não significa rejeitar o outro, mas afirmar-se a si mesmo.</p><p>Esse trabalho pode ser feito em terapia, um espaço onde é possível revisitar as dores do passado, compreender as emoções reprimidas e experimentar formas novas de expressar o que sempre esteve lá dentro. O terapeuta, como um espelho empático, ajuda a pessoa a recuperar a coragem de sentir e de dizer, devolvendo-lhe a sua voz.</p><p>Nas relações, essa coragem transforma a dinâmica. Quando somos capazes de expressar a nossa agressividade de forma assertiva, abrimos espaço para uma comunicação mais verdadeira. Deixamos de alimentar ressentimentos silenciosos e passamos a negociar os nossos desejos e limites com respeito e empatia. A autenticidade, aqui, deixa de ser uma ameaça e torna-se a base para relações mais profundas.</p><p>No fundo, ser autêntico é aceitar o paradoxo que Rainer Maria Rilke descreveu: <i>“Que todas as coisas se confrontem em mim para criar o meu eu mais profundo.”</i> A agressividade é parte essencial dessa criação. É a força que nos convida a enfrentar a vida com honestidade e a olhar para dentro de nós mesmos sem medo.</p><p>A verdadeira liberdade não está em evitar conflitos, em esconder a nossa raiva ou em moldarmo-nos às expectativas alheias. Está em aceitar que somos seres completos, feitos de desejos, de limites, de amores e de confrontos. Ser autêntico é ter a coragem de sermos inteiros, de sermos quem somos, mesmo quando isso exige confrontar o mundo – e, acima de tudo, a nós mesmos.</p><p><strong>Que espaço damos à nossa verdade? Estamos dispostos a enfrentar o desconforto de sermos autênticos? Que voz ainda nos falta libertar?</strong> Estas são as perguntas que nos levam, um passo de cada vez, à coragem de ser plenamente humanos.</p>

O Corpo que Cala: A Inibição Sexual e a Busca pela Intimidade Perdida
Nuno Tomaz S.
25.01.2025
O Corpo que Cala: A Inibição Sexual e a Busca pela Intimidade Perdida

<p>Há um silêncio que se instala no corpo. Não é um vazio de paz, mas um espaço carregado de medos, de memórias não processadas e de desejos adormecidos. É o silêncio do desejo reprimido, da proximidade evitada, da intimidade que parece inatingível. Esta semana, em consulta, encontrei novamente esse tema central: "Por que não consigo sentir?"; "Por que tenho medo de me aproximar?" Essas questões, tão comuns, são o reflexo de uma dor silenciosa, que atravessa muitos corpos adultos.</p><p>O desejo, que começa a ser formado na infância, é muitas vezes interrompido pelas primeiras experiências com o corpo. Freud falou da sexualidade como algo que se desenvolve ao longo da vida, mas sempre moldado pelas repressões e as interdições que surgem nas primeiras fases. O toque, a curiosidade corporal, que deveriam ser naturais, muitas vezes são recebidos com vergonha ou medo. Esse processo de censurecimento do corpo e do desejo instala-se nas camadas mais profundas da psique, criando uma cisão: o corpo se torna, então, o lugar de conflito e não de prazer.</p><p>Wilhelm Reich, ao falar da "armadura muscular", explicou como essas repressões podem ser fisicamente armazenadas no corpo. A tensão gerada pela repressão vai tornando o corpo rígido, como se estivesse à espera de algo que nunca chega. Essa armadura impede o fluxo do desejo, e o corpo que deveria ser livre e expansivo torna-se um lugar de resistência, onde o prazer se torna cada vez mais distante.</p><p>Porém, o desejo não é apenas interrompido por forças externas. Também a falta de uma presença emocional consistente e acolhedora, como nos alertou Donald Winnicott, é uma das maiores responsáveis por essa desconexão. Quando uma criança não tem um ambiente suficientemente bom, onde é vista e amada sem condições, cria-se uma máscara, um "falso self" que passa a proteger, mas também a isolar o sujeito do outro. Quando a pessoa adulta entra em relações íntimas, não é o corpo que recusa o encontro, mas a mente e as emoções que têm medo de se expor.</p><p>Jessica Benjamin também alertou para o impacto das normas sociais nas dinâmicas de desejo e poder. A sexualidade, especialmente para as mulheres, foi frequentemente silenciada por pressões culturais, onde o prazer era visto como algo impuro ou indesejável. Para os homens, a pressão por um desejo performático transformou o sexo em uma tarefa, e a intimidade em algo a ser evitado.</p><p>Além disso, a depressão, como nos ensinou André Green, pode ser uma das causas que apagam o desejo. Ele falou da "mãe morta", uma metáfora para a falta de afeto e conexão emocional. Esse desinvestimento afeta a capacidade de desejar, pois o outro é visto não como fonte de prazer, mas como um peso ou ameaça.</p><p>Apesar disso, o desejo não morre. Ele fica adormecido, à espera de ser reanimado. O desafio, portanto, é reaprender a confiar. O corpo precisa de tempo e espaço para reconectar-se com a sua própria natureza, para encontrar novamente o prazer e a intimidade. A terapia, nesse processo, é fundamental: ela oferece um ambiente seguro para a reconstrução da confiança, onde é possível explorar as próprias vulnerabilidades sem medo de ser rejeitado.</p><p>Na intimidade sexual, o verdadeiro desafio não está no corpo, mas no medo de se expor. O sexo não é apenas sobre prazer físico, mas sobre a entrega do ser, sobre a coragem de ser visto e amado em nossa totalidade. Como dizia Winnicott, "não existe algo como um bebé sem uma mãe". O desejo só existe no encontro – não apenas com o corpo do outro, mas com o seu ser.</p><p>A dificuldade de se conectar sexualmente na vida adulta é, portanto, um reflexo do medo de não ser amado ou aceito. Porém, à medida que nos permitimos ser vistos e, mais importante, ao nos permitirmos ver o outro, o desejo começa a ressurgir. Não de forma instantânea, mas como uma chama que se acende lentamente. O caminho não é fácil, mas é possível: através da coragem de nos entregarmos, aceitando a vulnerabilidade como uma parte essencial do encontro.</p><p>No fim, o desejo não se perde para sempre. Ele é uma força viva, que espera ser redescoberta, reconstruída. Ele está lá, aguardando o momento em que decidimos olhar para dentro e ver a possibilidade de ser, finalmente, plenamente humanos – em corpo, em emoção e em conexão.</p>

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